Implementamos IA na sua operação. Com governança desde o primeiro caso de uso.
Segurança, governança e controle são o que permite a IA sair de um caso isolado e virar operação. A DigitalOPS trabalha com empresas que não podem errar com o próprio dado.
- Para quem
- Empresas de médio e grande porte com TI própria, que precisam implementar IA na operação ou colocar governança nos agentes que já rodam
- Quem faz
- Quatro consultores com nome e histórico nesta página. Mais de 18 anos cada, incluindo quem integrou o grupo internacional que escreveu o DMBoK
- Base sólida
- Os agentes entram em produção com governança, arquitetura, segurança e observabilidade
- Prefere uma solução pontual?
- Agente, automação ou aplicação contratados direto, sem projeto estruturanteVer soluções pontuais →
Onde a sua empresa está hoje?
Toda conversa começa em um destes pontos. Nenhum deles é cedo demais, nem tarde demais.
“Queremos usar IA, mas não sabemos por onde começar.”
Existe pressão para fazer alguma coisa e nenhuma clareza sobre o quê. O risco não é começar errado. É começar por cinco lugares ao mesmo tempo, sem ninguém coordenando.
“O piloto funcionou, mas não conseguimos escalar.”
O caso de uso deu certo e ficou sozinho. O gargalo raramente é a tecnologia: falta o que sustenta o segundo, o terceiro e o décimo.
“A tecnologia virou barreira.”
Ambiente fechado, integrações que não existem, TI sobrecarregada. Toda ideia entra na mesma fila, e o que não entra na fila acaba entrando pela sombra.
“Nosso dado é sensível demais para arriscar.”
Dado pessoal, informação de cliente, informação patrimonial ou regulada. A pergunta que importa é sob quais controles a IA toca esse dado.
“Não confiamos no que a IA produz.”
Sem critério de avaliação, sem supervisão definida e sem rastro do que foi gerado, ninguém quer assinar embaixo da decisão. E está certo.
“Sabemos o que precisamos, só queremos acelerar.”
A direção está clara e falta mão qualificada. Nesse caso você provavelmente não precisa de um projeto estruturante.
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Como trabalhamos.
Quatro princípios. O padrão não muda com o tamanho do contrato.
- Entender antes de propor.
- Nenhuma recomendação sai antes de entendermos a sua operação, as suas restrições e o que você já tentou. O diagnóstico é o mínimo para não desperdiçar o seu dinheiro, e não uma fase que vendemos à parte.
- Começar pequeno. E certo.
- Pequeno porque valor cedo compra a confiança que o resto do caminho exige. Certo porque governança, segurança e boas práticas entram já no primeiro caso de uso, não depois. É a diferença entre um piloto que vira operação e um piloto que vira lembrança.
- Entregar resultado, não relatório.
- Cada ciclo termina em coisa funcionando, demonstrada para quem vai usar. Documento é meio. O critério é a operação rodando diferente de como rodava antes.
- Capacitar sem criar dependência.
- Capacitamos o seu time para construir os próprios agentes e automações. Se ao final a sua empresa depender menos de nós do que dependia no começo, o trabalho foi bem feito.
O que fica na sua empresa.
A composição varia com o seu contexto. Estes são os tipos de entrega que podem compor o projeto.
Casos de uso em produção
Os ativos de IA que vão operar dentro da sua empresa, priorizados, construídos e entregues rodando. É onde todo o resto desta lista vira resultado.
- Agentes
- Sistemas
- Skills
- Base de conhecimento
Governança de IA
Papéis, comitê, inventário de sistemas e classificação por nível de risco. Quem decide o quê, e sob qual critério.
Plano de tecnologia
O que precisa ser construído ou ajustado na TI para que a IA seja federada, em vez de espalhada.
Mapa de oportunidades
Onde a IA vale a pena em cada processo, com valor potencial e complexidade, para a priorização deixar de ser disputa interna.
Métricas e observabilidade
Custo por caso de uso, economia gerada e adoção real. Sem isso não há como defender o orçamento do ciclo seguinte.
Gestão de risco e resposta a incidentes
O que fazer quando algo der errado, e quem faz.
Capacitação e cultura
Trilhas por nível de maturidade, catálogo de componentes aprovados e ambiente seguro para as equipes experimentarem.
Não quer um projeto estruturante?
Se o que você precisa agora é um agente específico, um processo automatizado ou uma aplicação desenvolvida, isso é contratado direto, sem passar por consultoria.
De quem é o que fica.
As respostas que o seu jurídico e a sua área de segurança vão pedir, antes de pedirem.
- A propriedade é sua
- Todo ativo produzido no projeto pertence à sua empresa: código, agentes, prompts, documentação, e também os componentes e aceleradores que trazemos prontos para o trabalho render antes. Sem licença, sem royalty e sem peça nossa presa no meio.
- Os agentes rodam no seu ambiente
- É onde o dado já está, e é onde ele fica. Se em algum momento fizer sentido usar uma plataforma hospedada por nós, isso é um contrato de SaaS à parte, acordado na hora e nunca embutido na consultoria.
- Quem decide o que vai para o modelo é você
- A política de IA define quais dados podem e quais não podem ser enviados a cada modelo, com aprovação prévia do comitê de IA da sua empresa. Onde existe risco, ele é apontado por nós. A decisão é sua.
- LGPD e ISO 42001 são o piso
- O trabalho segue as diretrizes da LGPD, os controles da ISO 42001 e as recomendações do DPO da sua empresa. Não atuamos como operador dos seus dados.
- No fim do contrato, o que fica continua rodando
- O que termina é a nossa manutenção e evolução dos ativos, que passam a ser do seu time. É para isso que a capacitação entra desde o primeiro ciclo, e não como frente separada no fim.
As frentes que costumam entrar.
A combinação e o peso de cada uma são montados a cada projeto.
- Consultoria estratégica e fundação
- Governança, arquitetura, preparação da TI, estratégia de dados e mapeamento de oportunidades. Sua empresa pronta para escalar IA, com o que precisa ser feito e em que ordem.
- Implementação de agentes e automações
- Desenvolvimento iterativo do que foi priorizado, dos ganhos rápidos às aplicações estruturantes. IA implementada na sua operação.
- Treinamento, cultura e capacitação
- Habilitar as pessoas a usarem IA e a criarem seus próprios agentes e automações, com trilhas por nível de maturidade e ambiente seguro de experimentação. É seu time com autonomia, não dependente de nós.
- Gestão da mudança
- O lado humano da adoção. Comunicação do porquê, envolvimento das lideranças, identificação de multiplicadores internos e acompanhamento da adoção efetiva.
- Cadeira consultiva
- Participação recorrente no comitê, com leitura de mercado, tendências e direcionamento de IA. Orientação sobre o rumo, não execução.
Quem faz o trabalho.
Para cada projeto compomos o time com a senioridade e as especialidades que o problema exige.

Fábio Prando
Transformação digital
Liga a estratégia de IA ao resultado: em que ordem investir, o que cada frente precisa devolver e quem responde pelo retorno. É o perfil que senta com conselho e diretoria quando a decisão é de portfólio, não de tecnologia.
- Experiência
- Setores

Matheus Drobina
Transformação operacional
Faz a IA virar rotina: papel definido, SLA, indicador e cadência de acompanhamento. É o perfil que impede o piloto de morrer bonito na demonstração e não aparecer na operação do mês seguinte.
- Experiência
- Setores

Adolfo Pacheco
Arquiteto de soluções
Desenha o sistema que sustenta a IA em produção e moderniza o legado que ela precisa acessar. É o perfil que responde quando a pergunta é como isso aguenta carga, integra com o que já existe e sobrevive a uma auditoria.
- Experiência
- Setores

Fernando Novaes
Marketing digital
Faz o que foi construído chegar ao mercado: posicionamento, presença digital e geração de demanda B2B. É o perfil que entra quando a capacidade nova precisa virar oportunidade comercial, e não só anúncio interno.
- Experiência
- Setores
Se você já sabe o que precisa.
Contratados isoladamente, sem projeto estruturante e sem vínculo com um programa maior.
Agentes e chatbots
Assistentes para atendimento, suporte interno e processos específicos, do primeiro protótipo à operação com monitoramento.
Aplicações agênticas
Desenvolvimento e manutenção de sistemas com agentes nativos: um CRM que age, em vez de apenas registrar. Inclui evolução e sustentação.
Presença digital e marketing
Site, redes sociais e trilha de marketing digital operados de ponta a ponta, com IA onde ela de fato reduz trabalho.
Automação de processos
Processos complexos automatizados ponta a ponta, integrando os sistemas que você já tem.
O que perguntam antes de fechar.
Preciso contratar um projeto grande para começar?
Não. Começar pequeno é princípio nosso, não concessão. E se o que você precisa é um serviço pontual (um agente, uma automação, uma aplicação), isso é contratado direto, sem passar por consultoria.
Vocês têm cases para mostrar?
A DigitalOPS é uma empresa nova e ainda não tem cases publicados. No lugar disso está o método, aberto nesta página, e o perfil dos consultores que fazem o trabalho. Quando houver caso publicável, ele estará aqui, com autorização do cliente.
Como sei que a IA não vai vazar dado ou inventar resposta?
Controle de acesso, classificação de risco por sistema, critérios de avaliação do que é gerado e supervisão humana obrigatória em decisão crítica. A arquitetura recomendada é discutida com a sua área de segurança antes de qualquer implantação.
Como vocês dimensionam o investimento?
O valor depende do time. Primeiro entendemos o problema, os sistemas envolvidos e o nível de participação necessário. A partir disso a composição fica clara, e o custo com ela. Tabela seria cara para quem precisa de pouco e rasa para quem precisa de muito.
Vocês substituem o meu time de TI?
O contrário. O ganho vem de potencializar quem já está lá. A frente de capacitação existe justamente para o seu time criar os próprios agentes sem depender de nós.
Quanto tempo até ver resultado?
Ganhos rápidos são priorizados justamente para haver valor visível cedo. O retorno estrutural amadurece ao longo do trabalho e depois dele. Não prometemos número que não podemos sustentar.
Atendem empresas de qualquer porte?
A consultoria foi desenhada para empresas com estrutura de TI própria e dado sensível em jogo, normalmente de médio e grande porte. As soluções pontuais não têm essa restrição.
Precisamos trocar os sistemas que já usamos?
Não. A premissa é integrar o que já existe. Trocar sistema é decisão sua, e só recomendamos quando a integração custa mais que a troca.
Conte seus objetivos.
Uma conversa para entender onde a sua empresa está, o que já tentou e o que está travando. Você sai dela sabendo se faz sentido continuar.